ESPAÇOS CERRADOS: AS MARCAS DA VIOLÊNCIA E DO CONTROLE NA ARQUITETURA DAS ESCOLAS

Dirce Zan, Beatris Cristina Possato

Resumo


Neste artigo analisamos as marcas da violência implícitas na arquitetura das escolas. Para tanto, discorreremos sobre duas pesquisas de abordagem etnográfica -resultado em teses de doutorado - realizadas em escolas de ensino médio público, localizadas na região metropolitana de Campinas (SP). Nesse artigo nos focaremos especificamente em seus aspectos físicos. A arquitetura de uma escola, mais que um cenário onde as relações e os conflitos se estabelecem, exibe um programa visual representativo de como a educação é compreendida em nosso país. O espaço físico traduz as relações de poder existentes, tanto em seu interior, como em seu exterior. Deste modo, escolas que parecem cárceres e/ou que possuem marcas do descaso do poder público, nos fornecem indícios para desenvolver um estudo sobre a violência e o controle nas instituições educativas.


Palavras-chave


arquitetura escolar; ensino médio; juventudes; escola pública e violência escolar

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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