NARRATIVA DE EXPERIÊNCIAPRÁTICA COMO POSSIBILIDADE DE JUSTIÇA COGNITIVA

Graça Regina Franco da Silva Reis

Resumo


O presente texto tem como objetivo tratar as produções curriculares cotidianas como espaçostempos repletos de possibilidades de justiça cognitiva e consequentemente de justiça social. Para isso, realizo, inicialmente, uma discussão sobre a imposição do pensamento moderno ocidental que privilegia a sua lógica desenvolvimentista e monocultural sobre as demais lógicas, buscando legitimar uma única forma de viver. Em seguida, como forma de aproximação de uma prática mais emancipatória, proponho que os currículos são/sejam produzidos de forma mais ecológica (SANTOS, 2004), trazendo, para além da discussão teórica, uma narrativa de experiênciaprática (REIS, 2014) vivida por mim no ano de 2016 com uma turma de quinto ano do Ensino Fundamental, no Colégio de Aplicação da UFRJ, entendendo-a como potente para a discussão sobre justiça social e justiça cognitiva. Para isso, trago sete pistas que encontrei/encontro no caminho que venho seguindo  como professora/pesquisadora, compreendendo-as não como verdades, mas como sinais, vestígios e indicações. 


Palavras-chave


Justiça social. Justiça cognitiva. Currículo. Narrativa.

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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