BASE NACIONAL COMUM, ESCOLA, PROFESSOR

Roseli Belmonte Machado, Kamila Lockmann

Resumo


A intenção deste artigo é a de discutir as múltiplas funções que a escola e o professor assumem na Contemporaneidade dentro de uma perspectiva de educação que colabore para que os sujeitos sejam capazes de conduzir e de governar a própria vida tendo como articulador da discussão a elaboração de uma base nacional comum para o currículo escolar. Para isso, analisamos alguns documentos que fazem parte do cenário educacional contemporâneo brasileiro, a saber: Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024) e as Diretrizes Curriculares Nacionais do ano de 2013 e realizamos entrevistas com diretores de escolas municipais de uma cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre. Para tal empreendimento teórico-metodológico nos apoiamos nos estudos foucaultianos, tomando, principalmente, os conceito-ferramenta governamento e governamentalidade. Inicialmente discutimos o lugar do ensino e de uma base nacional comum dentro de uma Sociedade de Aprendizagem. Após, falamos de um alargamento das funções da escola mostrando o papel expansionista da escola contemporânea, o qual se refere a uma multidimensionalidade de funções que passam a ser atribuídas a essa instituição. E, dentro da mesma perspectiva, discutimos um deslocamento das funções do professor problematizando que, a partir de uma descentralização do ensino, teríamos o professor como aquele responsável por conduzir as condutas dos sujeitos, ampliando significativamente seu papel.


Palavras-chave


base nacional curricular comum; diretrizes curriculares nacionais; escola; professor

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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