Emissões otoacústicas transientes e espontâneas em recém-nascidos a termo
Palavras-chave:
emissão otoacústica espontânea, emissões otoacústicas evocadas transientes, recém-nascidoResumo
O presente estudo teve como objetivo comparar os picos das amplitudes das emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAET) com os picos das amplitudes das emissões otoacústicas espontâneas (EOAE) em recém-nascidos a termo sem indicadores de risco para a deficiência auditiva. A amostra foi composta por 100 recém-nascidos, com idade cronológica entre 25 e 72 horas, sendo 43 do sexo masculino e 57 do sexo feminino. Todos os recém-nascidos apresentaram EOAET nas três faixas de freqüência estudadas. A ocorrência das EOAE unilateral e bilateral foi de 78%, sendo 55% para o sexo feminino e 45% para o masculino, sem diferença estatisticamente significante. E quanto ao lado, houve uma prevalência para a orelha esquerda, no entanto, sem diferença estatisticamente significante. A presença de EOAE bilaterais foi semelhante em ambos os sexos. Quando unilaterais a ocorrência de respostas presentes não diferiu quanto ao lado da orelha. As respostas bilaterais (85%) foram mais freqüentes que as unilaterais (15%). As EOAE mostraram maior concentração dos picos na faixa entre 3 e 4 kHz (25%) e entre 4 e 5 kHz (18,5%). Observou-se ainda uma dependência dos picos das amplitudes na faixa de 2 a 4 kHz nas EOAET, com as faixas de freqüência entre 2 e 3 kHz, e entre 3 e 4 kHz das EOAE. A elevada ocorrência das EOAE observada neste estudo, bem como a influência de sua presença nos picos de amplitudes das EOAET, revelam a importância do conhecimento de sua existência e principais características. Portanto os resultados sugerem que a possibilidade de aplicação clínica das EOAE não deve ser afastada.Downloads
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Como Citar
Speri, M. R. B., & Pratesi, R. (2012). Emissões otoacústicas transientes e espontâneas em recém-nascidos a termo. Distúrbios Da Comunicação, 16(1). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/11614
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Artigos
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Copyright (c) 2012 Maria Raquel Basílio Speri, Riccardo Pratesi

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