Representaciones sociales de profesores de educación secundaria sobre el cyberbullying y el suicidio

Autores/as

  • Mateus Aquino Alves Universidade Estadual do Tocantins
  • Beatriz Cardoso Roriz Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
  • Lucas dos Santos Universidade Estadual do Tocantins
  • Saulo Sacramento Meira Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia https://orcid.org/0000-0003-1087-2083

DOI:

https://doi.org/10.23925/2594-3871.2025v34i2p397-419

Palabras clave:

Cyberbullying, Suicidio, Representaciones Sociales, Educación Emocional, Salud Mental

Resumen

El objetivo del estudio fue analizar las representaciones sociales (RS) de profesores de educación secundaria sobre el cyberbullying y el suicidio en el contexto escolar, identificando sus impactos emocionales y conductuales. La investigación buscó subsidiar estrategias de prevención y promoción de la salud mental en adolescentes. Adoptando la Teoría de las Representaciones Sociales, específicamente el enfoque estructural, se trata de un estudio exploratorio, transversal y con abordaje cuanti-cualitativo. Realizado en el estado de Tocantins con 38 profesores, los datos fueron recolectados mediante el Test de Asociación Libre de Palabras (TALP) y analizados con el software EVOC 2005. Los resultados para “cyberbullying” revelaron un núcleo central anclado en “crimen virtual” y elementos de contraste como “exclusión” y “castigo”, destacando la percepción de la gravedad jurídica y el impacto social. Para “suicidio”, la RS se estructuró en torno a la “ansiedad” como núcleo central, indicando el sufrimiento psíquico más visible para los docentes. Sin embargo, elementos de contraste como “falta de iglesia” y “debilidad” emergieron fuertemente, reflejando estigmas y una visión moralizante. Se concluye que los profesores reconocen la ansiedad, pero pueden subestimar las señales de depresión, factor más asociado al riesgo suicida. Los hallazgos refuerzan la urgencia de capacitaciones docentes enfocadas en la desmitificación de creencias y en la cualificación del reconocimiento de diferentes formas de sufrimiento psíquico en el ambiente escolar.

Biografía del autor/a

Mateus Aquino Alves, Universidade Estadual do Tocantins

Acadêmico do curso de medicina da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins)

Beatriz Cardoso Roriz, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Doutora em Biotecnologia e Biodiversidade pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Lucas dos Santos, Universidade Estadual do Tocantins

Doutor em Ciências da Saúde e professor do curso de Medicina da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS)

Saulo Sacramento Meira, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutor em Ciências da Saúde 

Professor do curso de Medicina da Universidade Estadual do Tocantins

Citas

Abric, J. C. (2000). A abordagem estrutural das representações sociais. In A. S. P. Moreira & D. C. Oliveira (Orgs.), Estudos interdisciplinares em representação social (2ª ed., pp. 27–38). Goiânia: AB Editora.

Aleixo, R. A. R. M., & Engelman, M. de F. B. (2022). Representações sociais invadidas e maculadas por cyberbullying. Revista Bioética (Impr.). https://revistabioetica.cfm.org.br/revista_bioetica/article/view/2675

Andrade, M. B. T. et al. (2020). O nexo entre religiosidade/espiritualidade e o comportamento suicida em jovens. SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool Drogas, 16(4), 109–121.

Berger, C., & Lisboa, C. (2009). Violência escolar: estúdios y possibilidades de intervenção em Latinoamérica. Santiago: Editorial Universitária.

Brasil. Ministério da Saúde. (2024). Boletim Epidemiológico: Panorama dos suicídios e lesões autoprovocadas no Brasil de 2010 a 2021 (Boletim Epidemiológico, v. 55, n. 4).https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2024/boletim-epidemiologico-volume-55-no-04.pdf/view

Brito, M. I. B. da S., Melo, J. K. C. de, Nascimento, V. A. do, & Tavares, Y. G. (2021). Educação em Saúde na Escola: Vivência com Estudantes do Sexo Masculino de Escolas Públicas. Caminho Aberto: Revista De extensão Do IFSC, (9).

Cerqueira, D., & Bueno, S. (Coords.). (2025). Atlas da violência 2025. Ipea; FBSP.https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/5999-atlasdaviolencia2025.pdf

Gearing, R. E., & Alonzo, D. (2018). Religion and suicide: New findings. Journal of Religion and Health, 57(6), 2478–2499. https://doi.org/10.1007/s10943-018-0628-8

Gili, M., Castellví, P., Vives, M., de la Torre-Luque, A., Almenara, J., Blasco, M. J., et al. (2019). Transtornos mentais como fatores de risco para comportamento suicida em jovens: uma meta-análise e revisão sistemática de estudos longitudinais. Journal of Affective Disorders, 245, 152–162.

Han, H. C., & Wong, D. S. (2015). Traditional school bullying and cyberbullying in Chinese societies: Prevalence and a review of the whole-school intervention approach. Aggression and Violent Behavior.

Higa-McMillan, C. K., Smith, R. L., Chorpita, B. F., & Hayashi, K. (2008). Common and unique factors associated with DSM-IV-TR internalizing disorders in children. Journal of abnormal child psychology, 36(8), 1279–1288. https://doi.org/10.1007/s10802-008-9250-8

Koehler, S. M. F., Gonzales, N. G. P., & Marpica, J. B. (2021). A escola como promotora da saúde mental e do bem-estar juvenil: Oficinas pedagógicas com adolescentes. Desidades, 29, 168–185. Recuperado em 15 de dezembro de 2024, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2318-92822021000100011

Lago, A. C. M. P. (2021). Mediação escolar on-line: Instrumento da política pública nacional de combate e prevenção ao cyberbullying em tempos de pandemia. Revista Meritum.

Luis, M. A., Monroy, N. A. J., de Godoi, L. G., & Leite, F. M. C. (2021). Lesión autoprovocada entre adolescentes: prevalencia y factores asociados, Espírito Santo, Brasil. Aquichan, 21(3), e2133. https://doi.org/10.5294/aqui.2021.21.3.3.

Moraes, S. P. de, & Brêtas, J. R. da S. (2018). Teoria das Representações Sociais e Teoria Queer: Tramas possíveis. Revista Pesquisa Qualitativa, 6(12), 556–571. Recuperado em 8 de janeiro de 2025, de https://doi.org/10.33361/RPQ.2018.v.6.n.12.155

Moscovici, S. (2007). Representações sociais: Investigações em psicologia social (9ª ed.). Rio de Janeiro: Vozes.

Nock, M. K. (Ed.). (2014). The Oxford handbook of suicide and self-injury. Oxford University Press.

Oliveira, D. C., Marques, S. C., & Gomes, A. M. T. et al. (2005). Análise das evocações livres: Uma temática de análise estrutural das representações sociais. In Perspectivas teórico-metodológicas em representações sociais (pp. XX-XX). João Pessoa: Editora Universitária UFPB.

Organização Mundial da Saúde. (2020). Diretrizes sobre intervenções de promoção e prevenção da saúde mental para adolescentes: Ajudando os adolescentes a prosperar. https://iris.who.int/server/api/core/bitstreams/4583e890-053b-425a-b53e-8edc6da1347f/content

Organização Mundial da Saúde. (2025). Saúde mental dos adolescents. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/adolescent-mental-health

Piccinini, B. D. B. de O., Figueirêdo, A. A. F. de., & Miranda, D. A. (2025). Comportamento suicida no contexto universitário: Uma revisão integrativa da literatura. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 35(2), e350219.

Pimentel, F. de O., Della Mea, C. P., & Dapieve Patias, N. (2020). Vítimas de bullying, sintomas depressivos, ansiedade, estresse e ideação suicida em adolescentes. Acta Colombiana de Psicología, 23(2), 230–240.

Ramires, V. R. R., & Schneider, M. S. (2010). Revisitando alguns conceitos da teoria do apego: Comportamento versus representação? Psicologia: Teoria e Pesquisa, 26(1), 25–33.

Sá, A. A. G. (2017). As representações sociais dos estudantes da Universidade do Minho sobre o fenómeno do cyberbullying.

Santos, M. F. S., & Almeida, L. M. (2005). (Orgs.). Diálogos com a teoria da representação social. Recife: Editora Universitária UFPE.

Sarubbi Junior, V., Bertolino Neto, M. M., & Reis, A. O. A. et al. (2013). Tecnologias computacionais para auxílio em pesquisa qualitativa - Software EVOC. São Paulo: Schoba.

Sganzerla, G. C. (2021). Risco de suicídio em adolescentes: Estratégias de prevenção primária no contexto escolar. Psicologia Escolar e Educacional. https://doi.org/10.1590/2175-35392021226820

Silva, G. V. da et al. (2019). Promoção de saúde mental para adolescentes em uma escola de ensino médio: Um relato de experiência. Revista NUFEN, 11(2), 133–148.

Silva, L. S. da, et al. (2022). Suicide risk in high school students: Who are the most vulnerable groups? Revista Paulista de Pediatria, 41, e2021236.

Van Geel, M., Vedder, P., & Tanilon, J. (2014). Relationship between peer victimization, cyberbullying, and suicide in children and adolescents: A meta-analysis. JAMA Pediatrics, 168(5), 435–442.

Wachelke, J. (2013). The symbolic structures of social life: Integrative comments on the social thinking architecture. Psicologia Saber e Social, 2(2). Recuperado em 12 de dezembro de 2024, de http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/psi-sabersocial/article/view/8791/6659

Wendt, G. W. (2020). Cyberbullying e depressão em adolescentes. Psicologia Americana Latina.

Wolter, R. P., & Wachelke, J. (2013). Índices complementares para o estudo de uma representação social a partir de evocações livres: Raridade, diversidade e comunidade. Psicologia Teoria e Prática, 15(2). Recuperado em 3 de dezembro de 2024, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-36872013000200009&lng=pt&nrm=iso.

Publicado

2026-01-27

Cómo citar

Alves, M. A., Roriz, B. C., Santos, L. dos, & Meira, S. S. (2026). Representaciones sociales de profesores de educación secundaria sobre el cyberbullying y el suicidio. Psicologia Revista, 34(2), 397–419. https://doi.org/10.23925/2594-3871.2025v34i2p397-419

Número

Sección

Relatos de Pesquisa Empírica