Análise praxeológica de livros didáticos de matemática: o caso dos números binários
Praxeological analysis of a mathematics textbooks: the case of binary numbers

Herman do lago Mendes

Resumo


Objetiva analisar as organizações praxeológicas matemática e didática referente ao estudo de números binários em uma coleção de livros didáticos de matemática do Ensino Fundamental. Primeiro se faz uma análise praxeológica matemática. Em seguida se analisa as organizações praxeológicas didáticas recorrendo aos critérios de avaliação praxeológica de Yves Chevallard. Não identifica estudo de sistema de numeração binário, mas sim o emprego do sistema numérico decimal nas unidades de medida da informática. Conclui que a coleção analisada caracteriza-se como uma praxeologia local. Identifica 6 tipos de tarefas, uma técnica implícita, uma única tecnologia e nenhuma teoria no volume 7 e 3 tipos de tarefas, uma técnica implícita, nenhuma tecnologia e nenhuma teoria no volume 8.

 

This research aims to analyze the mathematical praxeological and didactic praxeological organizations referring to the study of binary numbers in a collection of mathematics textbook suited for the final years of elementary school. First it makes a praxeological mathematical analysis. Then it analyzes the didactic praxeological organizations and finally, it defines evaluation criteria and praxeological mathematics teaching. It does not identify binary numbering system of study, but the use of the decimal number system in computer measurement units. It concludes that the analyzed collection is characterized as a local praxeology. It identifies 6 types of tasks, an implicit technique, a unique technology and any theory in Volume 7 and 3 types of tasks, an implicit technique, no technology and any theory in volume 8.


Palavras-chave


Números binários. Praxeologia. Livros Didáticos de Matemática

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Referências


“reconhecimento e compreensão das unidades de memória da informática, como bytes, quilobytes, megabytes e gigabytes em contextos apropriados, pela utilização da potenciação” (BRASIL, 1998, p.74);

“reconhecer a capacidade de memória do computador como uma grandeza e identificar algumas unidades de medida (por exemplo: bytes, quilobytes, megabytes e gigabytes) (PERNAMBUCO, 2012, p.109).




DOI: https://doi.org/10.23925/1983-3156.2017v19i1p423-444

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