BASE NACIONAL CURRICULAR COMUM: NOVAS FORMAS DE SOCIABILIDADE PRODUZINDO SENTIDOS PARA EDUCAÇÃO

Elizabeth Macedo

Resumo


Meu foco, neste texto, é o debate em curso sobre Base Nacional Curricular Comum. Meu primeiro movimento é identificar os agentes políticos públicos e privados que tem atuado na hegemonização de um dado sentido para esse termo e, consequentemente, para currículo e educação. Articulando a teoria do discurso, de Ernesto Laclau, com o conceito de redes de políticas, de Stephen Ball, identifico a produção de novas formas de sociabilidade nessas políticas públicas. Argumento que tais formas criam uma forma de regulação baseada na avaliação, segundo modelos privados de gestão, e visam expulsar da educação o imponderável. Minha esperança é que a leitura desconstrutiva dos discursos em curso possibilite a reativação de sentidos que se tenta excluir e que são constitutivos da educação.


Palavras-chave


currículo; políticas de currículo; redes de políticas; parceria público-privado

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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