FAZER SURGIR ANTIESTRUTURAS: ABORDAGEM EM ESPIRAL PARA PENSAR UM CURRÍCULO EM ARTE

Marina Marcondes Machado

Resumo


Este texto apresenta uma reflexão sobre currículo e arte, propondo um pensamento para o ensino da arte em “espiral”, ao dialogar com a abordagem “triangular” tal como discutida por Ana Mae Barbosa. Em conversa com Ana Mae Barbosa, Maurice Merleau-Ponty e Victor Turner, a autora desenha uma interface entre Educação e Fenomenologia e revisita os Parâmetros Curriculares Nacionais, contribuindo para o debate curricular na área do conhecimento artístico por meio de uma leitura própria da “infância” e do “ensino de Arte” – leitura onde o adulto propõe experiências sensíveis a crianças e jovens levando em conta, sempre, o ponto de vista do aluno. A autora propõe que o professor, mergulhado nos modos de vida da comunidade de pais e alunos, torne-se um professor performer: aberto à novidade e ao estranhamento, catalisador de antiestruturas (Victor Turner) e sintonizado com as culturas da infância (Manuel Sarmento). Neste caminho, o educador da área de artes trabalhará as linguagens artísticas de modo integrado e híbrido: âmbitos das teatralidades, das corporalidades, das espacialidades e das musicalidades reunidos com riqueza em ambientações, situações e paisagens a serem usufruídas e recriadas pelos educandos

Palavras-chave


currículo – ensino de arte – fenomenologia – culturas da infância - antiestruturas.

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Revista e-Curriculum                                   e-ISSN 1809-3876

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