E quando o cliente é o bebê? Particularidades da intervenção fonoaudiológica em bebes portadores de deficiência auditiva

Autores

  • Márcia Cristina da Mota Ferreira
  • Beatriz C. Novaes Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Palavras-chave:

bebês, fonoaudiologia, diagnóstico precoce, deficiência auditiva, triagem auditiva.

Resumo

A implantação dos programas de identificação de perdas auditivas nas maternidades faz com que os recém-nascidos sejam diagnosticados e encaminhados para intervenção terapêutica fonoaudiológica logo nos primeiros meses de vida. O fonoaudiólogo vem se deparando com um novo cliente: o bebê. A presente pesquisa tem como objetivo discutir a questão de bebês deficientes auditivos em processo terapêutico, especificamente no que diz respeito ao processo de conhecimento entre eles e suas mães. Através de dados obtidos de grupos de mães de bebês, de entrevista com uma mãe cujo filho é portador de deficiência auditiva e de entrevistas com duas fonoaudiólogas, pudemos delinear algumas particularidades desse novo cliente e de técnicas envolvidas na intervenção terapêutica e na indicação de aparelhos de amplificação sonora. Fica evidente a necessidade de aprofundarmos nosso papel de observadores diante da sutileza dos comportamentos dos bebês, para que possamos não interferir em seu desenvolvimento saudável e natural.

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Como Citar

Ferreira, M. C. da M., & Novaes, B. C. (2012). E quando o cliente é o bebê? Particularidades da intervenção fonoaudiológica em bebes portadores de deficiência auditiva. Distúrbios Da Comunicação, 15(2). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/11354

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