Nem preta, nem branca, queimadinha de sol
masculinidades pretas e afrodiaspóricas na educação pública paulista
DOI:
https://doi.org/10.23925/1809-3876.2026v24e67632Palavras-chave:
educação antirracista, resistência afro diaspórica, racismo estruturalResumo
O estudo investiga práticas racistas em uma escola pública paulista. Utilizando o diário de bordo, um pesquisador preto, afrodiaspórico e retinto, o outro pesquisador pardo implicado e o outro pesquisador preto retinto africano, dedicados aos estudos étnico-raciais a partir do Brasil, analisam o silenciamento e as formas de resistência étnico-racial associadas às masculinidades pretas e afrodiaspóricas no contexto educacional. Sua fundamentação teórica Frantz Fanon (2008), Bas’Ilele Malomalo (2021). Os marcos regulatórios: a Lei nº 10.639/03 e a BNCC, que abordam a inclusão da história e cultura afro-brasileira no currículo escolar. Concluindo, sinalizamos a urgência/emergência de transformações culturais e educacionais que valorizem saberes afrodiaspóricos e afro-indígenas que fortaleçam identidades pretas no ambiente escolar.
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