Les matériels curriculaires comme genre discursif en didactique des mathématiques
DOI :
https://doi.org/10.23925/1983-3156.2025v27i5p110-132Mots-clés :
Approches pédagogiques, Énoncés mathématiques, Adressage, RéactivitéRésumé
L'article exprime une étude guidée par l'objectif de caractériser et de discuter des matériels curriculaires de Mathématiques du point de vue du genre discursif. Considérant qu'il s'agit d'un genre de discours secondaire, nous soutenons que le style de communication des contenus et des concepts de ces supports, y compris les Manuels de Professeur, influence la réactivité des professeurs et des étudiants dans les processus d'enseignement et d'apprentissage. Sur la base de réflexions théoriques, nous proposons une structure d'analyse énonciative-discursive qui nous permet d'examiner comment les contenus et les concepts sont présentés et abordés dans les situations d'apprentissage incorporées dans les matériels, ainsi que d'identifier à quels étudiants et professeurs ils s'adressent. Dans la discussion, nous utilisons des extraits de deux études pour illustrer à quoi s’adressent les approches pédagogiques et à qui, ainsi que pour souligner la réactivité incorporée dans les supports.
Références
Amaral, R. B., Mazzi, L. C., Andrade, L. V. & Perovano, A. P. (2022). Livro didático de Matemática: compreensões e reflexões no âmbito da Educação Matemática. Campinas, SP: Mercado de Letras.
Bakhtin, M. (2011). Estética da criação verbal. (Tradução de P. Bezerra; 6. ed.). São Paulo, SP: Martins Fontes.
Bakhtin, M. (2016). Os gêneros do discurso. (Tradução de P. Bezerra). São Paulo, SP: Editora 34.
Durães, B. S. F. (2025). Jogos em aulas de Matemática: o indicativo em materiais curriculares e a avaliação de três professoras. 126f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Montes Claros. Montes Claros, MG.
Giovanni Jr., J. R. (2022). A Conquista da Matemática, 6° ano, Manual do Professor. São Paulo, SP: FTD.
Iezzi, G.; Dolce, O. & Machado, A. (2022). Matemática e Realidade, 8° ano, Manual do Professor. (10. ed.). São Paulo, SP: Saraiva.
Lima, K, Januario, G. & Perovano, A. P. (2024). A relação de professores que ensinam Matemática e materiais curriculares. In: F. K. Dutra-Pereira & K. Lima, K. (Org.). Diálogos e Interfaces da Educação Matemática e da Educação Química (pp. 21-38). Cruz das Almas, BA: EdUFRB.
Lima, K. (2017). Relação professor-materiais curriculares em Educação Matemática: uma análise a partir de elementos dos recursos do currículo e dos recursos dos professores. 163f. Tese (Doutorado em Educação Matemática). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. São Paulo, SP.
Machado, J. S. F. D. (2023). Relação professor-materiais curriculares: estudo na perspectiva da integração Matemática e Química. 94f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Montes Claros. Montes Claros, MG.
Menegassi, R. J. (2008). Responsividade e dialogismo no discurso escrito. In: P. Navarro. (Org.). O discurso nos domínios da linguagem e da história (pp. 135-148). São Carlos, SP: Claraluz.
Ongstad, S. (2006). Mathematics and Mathematics Education as triadic communication? A semiotic framework exemplified. Educational Studies in Mathematics, 61(1-2), 247-277.
Perovano, A. P. (2022). Perspectivas de professores sobre a escolha do livro didático de Matemática. 302f. Tese (Doutorado em Educação Matemática). Universidade Estadual Paulista. Rio Claro, SP.
Remillard, J. T. & Kim, K. (2020). Elementary Mathematics curriculum materials: designs for student learning and teacher enactment. Suiça: Springer.
Rocha, C. F. N. (2025). Abordagem pedagógica em duas coleções de materiais curriculares de Matemática. 96f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Montes Claros. Montes Claros, MG.
Rodrigues Junior, J. C. 2025. Conhecimento do currículo a partir da relação professor-avaliação em Matemática. 233f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Montes Claros. Montes Claros, MG.
Sacristán, J. G. (2013). O que significa o currículo? In: J. G. Sacristán. (Org.). Saberes e incertezas sobre o currículo (Tradução de A. Salvaterra; pp. 16-35). Porto Alegre, RS: Penso.
Smole, K. S.; Diniz, M. I. & Cândido, P. (2007). Cadernos do Mathema: jogos de Matemática de 1º ao 5º ano. Porto Alegre, RS: Artmed.
Soares, R. C. O. (2024). Relação professor-materiais curriculares e o conhecimento profissional docente em Matemática revelado no Estágio Supervisionado. 155f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Montes Claros. Montes Claros, MG.
Souza, I. M. (2024). Relação professor-materiais curriculares e o conhecimento profissional docente sobre o campo conceitual aditivo. 174f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Montes Claros. Montes Claros, MG.
Souza, I. M., Januario, G. & Perovano, A. P. (2024). A influência de materiais curriculares no conhecimento profissional docente sobre o campo aditivo. Revista de Educação Matemática, 21, 1-24.
Stein, M. K. & Smith, M. S. (1998). Mathematical tasks as a framework for reflection: from Research to practice. Mathematics Teaching in the Middle School, 3(5), 344-350.
Zabala, A. (1998). A prática educativa: como ensinar. (Tradução de E. F. F. Rosa). Porto Alegre, RS: Artmed.
Téléchargements
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d'Utilisation Commerciale - Pas de Modification 4.0 International.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).











