A constituição de sujeitos no grupo terapêutico fonoaudiológico – identidade e subjetividade no universo da clínica fonoaudiológica

Autores

  • Ivone Panhoca Unimep, Pontifícia Universidade Católica de Campinas
  • Ana Paula Dassie Leite Unimep

Palavras-chave:

linguagem, fonoaudiologia, grupo.

Resumo

Defende-se, aqui, que conceitos como “identidade” e “subjetividade” pressupõem construção no universo interativo da língua(gem), o que significa dizer que pressupõem construção no universo das produções conjuntas de significados lingüístico-sociais.
O sujeito aqui analisado – FL – fez parte, durante um ano, de um grupo terapêutico-fonoaudiológico que foi trabalhado semanalmente durante 10 meses, em sessões de uma hora de duração. O grupo era composto pela terapeuta e por cinco crianças (três meninos e duas meninas), na faixa etária de 7 a 11 anos. Metodologicamente, assumiu-se que o objeto de estudo é a língua em atividade e a relação do sujeito com ela.
Enfatiza-se a importância da língua(gem) na construção da identidade do sujeito e o papel da clínica fonoaudiológica na reconstrução da relação do sujeito “mal falante” com a língua da comunidade onde ele está inserido e – por meio disso – com essa comunidade.

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Como Citar

Panhoca, I., & Leite, A. P. D. (2012). A constituição de sujeitos no grupo terapêutico fonoaudiológico – identidade e subjetividade no universo da clínica fonoaudiológica. Distúrbios Da Comunicação, 15(2). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/11351

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