A clinica psicanalítica e a fonoaudiológica com crianças que não falam
Palavras-chave:
avaliação de linguagem, clínica de linguagem, atraso de linguagem.Resumo
A queixa “não falar” compreende casos bastante diferentes entre si e teoricamente deveriam ser incluídos na categoria “atraso de linguagem”. Deve-se dizer que crianças diagnosticadas como psicóticas ou com traços psicóticos não são consideradas como pertinentes a essa categoria, no campo da Fonoaudiologia. Daí que uma indecisão sobre o acolhimento dessas crianças faz questão. O sintoma “não falar” expõe modos diferentes de relação dessas crianças com a linguagem, posições subjetivas singulares. Quando a condição subjetiva da criança é mais interrogada, a discussão sobre a natureza do atendimento se impõe com mais força. À medida que se levantam questões sobre a estruturação psíquica da criança, pergunta-se: “deveriam esses casos ser encaminhados para a clínica psicanalítica?”. Enfim, quais seriam os critérios balizadores de tal decisão clínica?Downloads
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Como Citar
Arantes, L. (2012). A clinica psicanalítica e a fonoaudiológica com crianças que não falam. Distúrbios Da Comunicação, 15(1). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/dic/article/view/11340
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Artigos
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Copyright (c) 2012 Lucia Arantes

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