Cómo los estudiantes de educación secundaria organizan un informe de investigación
DOI:
https://doi.org/10.23925/1983-3156.2026.v28.e71868Palabras clave:
Tareas investigativas, Enseñanza de estadística, Educación secundariaResumen
La investigación tiene un enfoque cualitativo con énfasis interpretativo, desarrollada a través de una investigación de la propia práctica, con el objetivo de investigar cómo estudiantes de una clase de educación secundaria planifican, organizan, recopilan, analizan y producen un informe de investigación muestral. El corpus de análisis estuvo constituido por los registros escritos (cuestionarios e informes producidos) y por las intervenciones orales durante los encuentros propuestos. Los episodios descritos en este trabajo fueron seleccionados de acuerdo con eventos críticos, que dieron origen a los acontecimientos narrados, a partir de los cuales construimos la trama y compusimos la narrativa. Dichos episodios fueron analizados con un enfoque en las potencialidades de la tarea investigativa propuesta, a la luz del Análisis de Contenido. Observamos que los estudiantes mencionados en este estudio organizan el proceso de investigación pensando inicialmente en las preguntas que se incluirán en un cuestionario. Además, en sus cuestionamientos surgen inicialmente preguntas directas, relacionadas con el problema de investigación. Sin un interés (o conocimiento sobre la importancia de conocer una muestra), no incluyen preguntas de delimitación para comprender dicha muestra. No obstante, con algunas preguntas motivadoras, los cuestionamientos van surgiendo de forma natural, provenientes del conocimiento del mundo que los estudiantes traen consigo.
Descargas
Citas
André, M. (2012). Ensinar a pesquisar: como e para quê? In I. P. A. Veiga (Org.), Lições de Didática (pp. 123–134). Papirus.
Secretaria Estadual de Educação da Bahia. (2022). Documento curricular referencial da Bahia para o ensino médio (Vol. 2). FGV Editora.
Ballejo, C. C., da Silva Bueno, R. W., & do Rosário Lima, V. M. (2020). Estatística na educação básica: percepções docentes. CONTRAPONTO: Discussões científicas e pedagógicas em Ciências, Matemática e Educação, 1(1), 32–48. https://publicacoes.ifc.edu.br/index.php/contraponto/article/view/1523
Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Edições 70.
Barreto, M. C., Mendonça, M. da C., Farias, G. F., & Oliveira, R. M. de. (2022). Compreensão Estatística de Professores em Formação Inicial. Bolema Boletim de Educação Matemática, 36(74), 1115–1134. https://doi.org/10.1590/1980-4415v36n74a08
Batanero, C. (2001). Didáctica de la estadística. Departamento de Didáctica de la Matemática.
Bogdan, R., & Biklen, S. (1994). Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto Editora.
Brasil. (2018). Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação.
Campos, C. R., Wodewotzki, M. L. L., & Jacobini, O. R. (2011). Educação estatística: teoria e prática em ambientes de modelagem matemática. Autêntica.
Cazorla, I., Magina, S., Gitirana, V., & Guimarães, G. (2017). Estatística para os anos iniciais do ensino fundamental (1ª ed.). Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM.
Cazorla, I. M., & Santana, E. R. dos S. (2010). Do tratamento da informação ao letramento estatístico. Via Litterarum.
Cazorla, I. M., & Utsumi, M. C. (2010). Reflexões sobre o ensino de estatística na educação básica. In I. M. Cazorla & E. R. dos S. Santana (Orgs.), Do tratamento da informação ao letramento estatístico (pp. 9–21). Via Litterarum.
Corrêa, S., & Lopes, C. (2020). A relação dialógico-comunicativa gerada pela insubordinação criativa na educação estatística de crianças. https://doi.org/10.48489/QUADRANTE.22574
Costa Neto, P. L. D. O. (2002). Estatística. Editora Blucher.
Cruz, J. D. F. D., & Ferreira, J. L. (2022). O ensino e a aprendizagem de gráficos e tabelas na educação básica a partir de uma revisão sistemática de literatura (2009-2019). Em Teia | Revista de Educação Matemática e Tecnológica Iberoamericana, 13(2), 29. https://doi.org/10.51359/2177-9309.2022.252783
Curcio, F. R. (1989). Developing graph comprehension. NCTM.
Enríquez, J. A. V. (2019). Tarefas matemáticas: um olhar desde a formação de professores de matemáticas / Mathematical tasks: a look from the training of math teachers. Brazilian Journal of Development, 5(3), 2416–2440. https://doi.org/10.34117/bjdv5n3-1289
Espanhol, C. A. (2020). Estatística descritiva: o ensino por meio da aprendizagem baseada em equipes. [Trabalho de conclusão de curso, Instituto Federal do Espírito Santo] https://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/968?locale-attribute=es
Fernandes, J. A., Gea, M. M., & Correia, P. F. (2019). Conhecimento de estatística bivariada de futuros professores portugueses dos primeiros anos. Revista portuguesa de educação, 32(2), 40–56. https://doi.org/10.21814/rpe.16121
Fonseca, M. G., & Gontijo, C. H. (2020). Pensamento crítico e criativo em Matemática em diretrizes curriculares nacionais. Ensino em re-vista, 956–978. https://doi.org/10.14393/er-v27n3a2020-8
Fonseca, M. G., & Gontijo, C. H. (2021). Pensamento Crítico e Criativo em Matemática: uma Abordagem a partir de Problemas Fechados e Problemas Abertos. Perspectivas da Educação Matemática, 14(34), 1–18. https://doi.org/10.46312/pem.v14i34.12515
Gal, I. (2002a). Adults’ statistical literacy: Meanings, components, responsibilities. Revue Internationale de Statistique [International Statistical Review], 70(1), 1–25. https://doi.org/10.1111/j.1751-5823.2002.tb00336.x
Gal, I. (2002b). Response: Developing statistical literacy: Towards implementing change. Revue Internationale de Statistique [International Statistical Review], 70(1), 46–51. https://doi.org/10.1111/j.1751-5823.2002.tb00344.x
Gal, I. (2021). Promoting statistical literacy: challenges and reflections with a brazilian perspective. Em Temas emergentes em letramento estatístico (p. 37–59). Editora UFPE.
Gal, I. (2024). What do citizens need to know about real world statistical models, and the teaching of data modeling. In S. Podworny, D. Frischemeier, G. Dvir, & D. Ben-Zvi (Eds.), Reasoning with data models and modeling in the big data era (pp. 91–99). Minerva Foundation; Paderborn University.
Gal, I., Ginsburg, L., & Schau, C. (1997). Monitoring Attitudes and Beliefs in Statistics Education. In: Gal, I.; Garfield, J. B. (editors), The Assessment Challenge in Statistics Education (pp. 37-51. IOS Pres.
Gonçalves, P. G. F., & Lima, R. A. S. V. (2017). O ENSINO DE ESTATÍSTICA POR MEIO DA PESQUISA: UMA EXPERIÊNCIA A LUZ DA MODELAGEM MATEMÁTICA. HOLOS, 2, 190–198. https://doi.org/10.15628/holos.2017.3514
Grando, R. C., & Nacarato , A. M. (2011). A videogravação de aulas possibilitando captar o movimento do pensamento probabilístico de estudantes. XIII CIAEM-IACME, Recife, Brasil. https://xiii.ciaem-redumate.org/index.php/xiii_ciaem/xiii_ciaem/paper/view/789/78
Lugo-Armenta, J. G., & Pino-Fan, L. R. (2022). Razonamiento inferencial de docentes de matemáticas de enseñanza media sobre el estadístico t-Student. UNICIENCIA, 36(1), 1–29. https://doi.org/10.15359/ru.36-1.25
Martins, C. G. M. (2020). Ensino de conceitos elementares de estatística por meio de práticas investigativas. [Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Educação Matemática e Científica, Programa de Pós- Graduação em Docência em Educação em Ciências e Matemáticas]. https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15133
Melo, K. M. F. de, & Groenwald, C. L. O. (2018). O pensamento estatístico no Ensino Fundamental: uma experiência com projetos de pesquisa articulados com uma sequência didática eletrônica. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, 9(2), 300–319. https://doi.org/10.26843/rencima.v9i2.1671
Oliveira, A. F. de, & Rosa, D. E. G. (2020). A estatística no ensino médio. Zetetiké, 28, e020006. https://doi.org/10.20396/zet.v28i0.8657024
Pellatieri, M., & Grando, R. C. (2010). A importância da videogravação enquanto instrumento de registro para o professor do pensamento matemático de crianças pequenas. Horizontes, 28(2), 21–29.
Pfannkuch, M., & Wild, C. J. (2003). Statistical thinking: How can we develop it? In Proceedings of the 54th International Statistical Institute Conference. International Statistical Institute.
Ponte, J. P. (2005). Gestão curricular em Matemática. In GTI (Ed.), O professor e o desenvolvimento curricular (pp. 11-34). APM.
Ponte, J. P. (2014). Tarefas no ensino e na aprendizagem da Matemática. In J. P. Ponte (Org.), Práticas profissionais dos professores de matemática (pp. 13–27). Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.
Ponte, J. P., Quaresma, M., & Branco, N. (2011). Tarefas de exploração e investigação na aula de Matemática. Educação Matemática em Foco, 1(1), 9–29.
Powell, A. B., Francisco, J. M., & Maher, C. A. (2004). Uma abordagem à análise de dados de vídeo para investigar o desenvolvimento das ideias matemáticas e do raciocínio de estudantes. Bolema, 17(21), 1–15.
Samá, S., Amorim, M. É., & Batanero, C. (2023). Idoneidade didática na formação de professores: análise do ensino de estatística por meio de projetos. Ensino em re-vista, 30, e029. https://doi.org/10.14393/er-v30a2023-29
Santana, E. R. dos S., & Cazorla, I. M. (2020). O Ciclo Investigativo no ensino de conceitos estatísticos. Revemop, 2, e202018. https://doi.org/10.33532/revemop.e202018
Santos, R. M. dos. (2022). A Evolução Histórica da Educação Estatística e da sua Pesquisa no Brasil . Anais Do ENAPHEM - Encontro Nacional De Pesquisa Em História Da Educação Matemática, (2), 604-614. Recuperado de https://periodicos.ufms.br/index.php/ENAPHEM/article/view/15161
Sampaio, L. O. Educação estatística crítica: uma possibilidade?. (2010). 112 f. [Dissertação (mestrado), Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas] http://hdl.handle.net/11449/91123
Sharma, S. (2017). Definitions and models of statistical literacy: a literature review. Open Review of Educational Research, 4(1), 118–133. https://doi.org/10.1080/23265507.2017.1354313
Silva, D. G. da, & Castro, J. B. de. (2023). EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO: Uma revisão sistemática sobre pesquisas realizadas antes e após a implementação da BNCC. Revista Espaço do Currículo, 16(1), 1–15. https://doi.org/10.15687/rec.v16i1.63178
Skovsmose, O. (2000). Cenários para Investigação. Bolema - Boletim de Educação Matemática, 13(14), 66–91. https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/bolema/article/view/10635
Stein, M. K., & Smith, M. S. (1998). Mathematical tasks as a framework for reflection: From research to practice. Mathematics teaching in the middle school, 3(4), 268–275. https://doi.org/10.5951/mtms.3.4.0268
Swan, M. (2017). Conceber tarefas e aulas que desenvolvam a compreensão concetual, a competência estratégica e a consciência crítica. Educação e Matemática, 144 e 145, 67–72. https://em.apm.pt/index.php/em/article/view/2461
Tolio, F. B., & Viali, L. (2022). A Estatística como Pesquisa na Educação Básica. Revista Baiana de Educação Matemática, 3(01), e202221. https://doi.org/10.47207/rbem.v3i01.15617
Trevisan, A. L., & Araman, E. M. de O. (2021). Processos de Raciocínio Matemático Mobilizados por Estudantes de Cálculo em Tarefas Envolvendo Representações Gráficas. Bolema - Boletim de Educação Matemática, 35(69), 158–178. https://doi.org/10.1590/1980-4415v35n69a08
Zieffler, A., Garfield, J., & Fry, E. (2018). What is statistics education? In International Handbook of Research in Statistics Education (p. 37–70). Springer International Publishing.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Leonny George, Joubert Lima Ferreira , Marcelo de Paula

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Los autores que publican en EMP aceptan los siguientes términos:
- Atribución — Usted debe dar crédito de manera adecuada, brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios. Puede hacerlo en cualquier forma razonable, pero no de forma tal que sugiera que usted o su uso tienen el apoyo de la licenciante.
- NoComercial — Usted no puede hacer uso del material con propósitos comerciales.
- SinDerivadas — Si remezcla, transforma o crea a partir del material, no podrá distribuir el material modificado.












