Epistemological assumptions for learning mathematics
an analysis between Paulo Freire and cognitive neuroscience
DOI:
https://doi.org/10.23925/1983-3156.2026.v28.e72191Keywords:
Epistemological assumptions, Cognitive neuroscienceAbstract
The article aims to highlight the basic assumptions for learning mathematics at any level, analyzing the epistemological assumptions of Freire and cognitive neuroscience. Its methodology is qualitative and bibliographic, using as main authors Paulo Freire (1996, 2022, 2020, 2005, 2001, 1967, 2024a, 2024b), Dehaene (2016, 2022) and Cosenza and Guerra (2011). It is interpreted that the main epistemological assumptions are: thinking-thought, knowledge, language-communication, emotions-feelings, executive functions, motivation and praxis and consciousness. It can be inferred from the convergences that mathematics education is a complex area, finding tension between innate, learned, technical and political knowledge.
Downloads
References
Alrø, H.; Skovsmose, O. (2006). Diálogo e Aprendizagem em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica.
Andrade, L. A. B.; Silva, E. P. (2005). O conhecer e o conhecimento: comentários sobre o viver e o tempo. Ciências & Cognição, (4), 35-41. http://www.cienciasecognicao.org/.
Bear, M. F.; Connors, B. W.; Paradiso, M. A. (2017). Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 4. ed. Porto Alegre: Artmed.
Corso, L. V.; Dorneles, B. V. (2012). Qual o papel que a memória de trabalho exerce na aprendizagem da matemática? Bolema, v. 26, n. 42b, abr. https://doi.org/10.1590/S0103-636X2012000200011.
Cosenza, R; Guerra, L. (2011). Neurociência e educação. Artmed Editora.
D’Ambrosio, U. (1986). Da realidade à ação: reflexões sobre educação matemática e educação matemática. 6. ed. São Paulo: Summus editora.
D’Ambrosio, U. (2014). Educação Matemática: da teoria à prática. 23. ed. 2. reimp. Campinas, SP: Papirus.
Damásio, A. (1996). O Erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras.
Dehaene, S. (2016). El cerebro matemático: Cómo nacen, viven y a veces mueren los números en nuestra mente. 1. ed. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores.
Dehaene, S. (2022). É assim que aprendemos: por que o cérebro funciona melhor do que qualquer máquina (ainda…). São Paulo: Editora Contexto, 2022.
Diamond, A. (2013). Executive functions. Annual review of psychology, (64), 135-168. https://shre.ink/bHkV.
Dias, N. M.; Seabra, A. G. (2015). Funções executivas: desenvolvimento e intervenção. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, (1) 80-95. https://shre.ink/b2z4
Freire, P. (1967). Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P. (1996). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra, Rio de Janeiro.
Freire, P. (2001). Política e educação: ensaios. 5. ed. São Paulo: Cortez.
Freire, P. (2005). Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P. (2020). Educação e mudança. 41. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P. (2022). Extensão ou comunicação? 25. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P. (2024a). Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P. (2024b). Pedagogia da indignação. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
Freire, P.; D’Ambrosio, U.; Mendonça, M. (1997). A Conversation with Paulo Freire. For the Learning of Mathematics, Canadá, v. 17, n. 3, p. 7-10, nov. 1997. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/40248246. Acesso em: 13 jun. 2024.
Lent, R. (2010). Cem bilhões de neurônios. Rio de Janeiro: Atheneu.
Maturana, H.; Varela, F. J. (2001). A árvore do conhecimento: as bases biológicas da compreensão humana. São Paulo: Palas Athena.
Nicolelis, M. (2020). O verdadeiro criador de tudo: como o cérebro humano moldou o universo tal como o conhecemos. São Paulo: Editora Crítica.
Pinto, N. B. (1998). O erro como estratégia didática no ensino da matemática elementar. Tese (Doutorado em Didática) Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998. DOI:10.11606/T.48.1998.tde-12022015-151819.
Skovsmose, O. (2008). Desafios da reflexão em educação matemática crítica. Campinas/SP: Papirus.
Skovsmose, O. (2013a). Educação Crítica: Incerteza, Matemática e Responsabilidade. Ed. Cortez, São Paulo.
Skovsmose, O. (2013a). Educação Matemática Crítica: a questão da democracia. 6. ed. Campinas/SP: Papirus.
Tenente, L. (2025). Antes 'melhor do mundo', Finlândia vê desempenho dos alunos cair e tenta encontrar erro; modelo inspirou Brasil. Jornal G1. https://shre.ink/bHTb.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Daniela Jéssica Veroneze, Arnaldo Nogaro

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Authors who publish in EMP agree to the following terms:
- Attribution — You must give appropriate credit, provide a link to the license, and indicate if changes were made. You may do so in any reasonable manner, but not in any way that suggests the licensor endorses you or your use.
- NonCommercial — You may not use the material for commercial purposes.
- NoDerivatives — If you remix, transform, or build upon the material, you may not distribute the modified material.












