Teorias da aprendizagem e tecnologias digitais em pesquisas aplicadas à matemática do ensino médio

um mapeamento

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/1983-3156.2026.v28.e68357

Palavras-chave:

Ensino Médio, Teorias da aprendizagem, Tecnologias digitais, Matemática, Ensino médio

Resumo

As tecnologias digitais (TD) têm contribuído positivamente em diversas áreas, incluindo a aprendizagem. No entanto, é essencial adotar um rigor metodológico ao analisar a relação entre tecnologia e aprendizagem, evitando conclusões baseadas apenas no empirismo. Nessa esteira, seguindo procedimentos bibliográficos, uma abordagem qualitativa e um caráter descritivo, este estudo objetivou mapear as teses e dissertações publicadas no Catálogo de Teses e Dissertações da Capes e na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações. O propósito foi identificar quais teorias da aprendizagem (TA), segundo Lefrançois (2016) e Moreira (2023), fundamentam pesquisas sobre a aprendizagem de matemática proporcionada pelas TD no Ensino Médio. Os resultados apontaram que, dos 120 trabalhos analisados, apenas 12 foram embasados em apenas três teorias: Teoria da Aprendizagem Significativa (TAS), de Ausubel (10), Teoria da Aprendizagem por Mediação (TAM), de Vygotsky (2), e Teoria da Aprendizagem por Interesse (TAI), de Dewey (1). Isso sugere que a maioria das pesquisas não utiliza as TA para fundamentar suas afirmações quanto à aprendizagem. Entre os 12, a TAS foi a mais utilizada. Foi evidenciado ainda que as TD desempenham um papel importante na aprendizagem, embora essa não dependa exclusivamente daquela, visto que as TD foram auxiliadas por recursos não digitais ou metodologias de ensino. Por fim, os resultados sugerem que a integração de TA com TD pode aprimorar o processo de ensino e aprendizagem de matemática.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Enaldo Vieira de Melo, Universidade Federal de Alagoas - UFAL

Doutorando pelo Programa Pós-Graduação da Rede Nordeste de Ensino (RENOEN/UFAL); Mestre em Ensino de Ciências e Matemática pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática - PPGECIM, da Universidade Federal de Alagoas - UFAL (2016); Especialista em Educação Matemática pela Faculdade Maurício de Nassau (2009); Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL (2007); Atua na área de Educação Matemática. Atualmente é professor de Matemática efetivo do Instituto Federal de Alagoas, Campus Maceió.

Agda Isabele Gonsalves Honorato, Universidade Federal de Alagoas - UFAL

Graduada em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL (2013), especialista em Educação Matemática pelo Centro Universitário CESMAC (2015) e em Estratégias Didáticas na Educação Básica com o uso das TIC pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL (2016), mestre em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL (2021) e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ensino da Rede Nordeste de Ensino (RENOEN). Atuou como professora das séries iniciais na Prefeitura Municipal de Campo Alegre - AL (2009 - 2021) e Prefeitura Municipal de Arapiraca - AL (2015 - 2019), atualmente Técnica Formadora na Prefeitura Municipal de Campo Alegre - AL. Tem experiência na área da Educação Matemática, com ênfase em Ensino de Matemática e uso das Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação Básica. 

Luís Paulo Leopoldo Mercado, Universidade Federal de Alagoas - UFAL

Bolsista de Produtividade do CNPq. Professor Titular da Universidade Federal de Alagoas com atuação na graduação em Pedagogia e na Pós-Graduação - Mestrado e Doutorado em Educação e Doutorado em Ensino - Rede Nordeste de Ensino (Renoen). Bolsista Produtividade em Pesquisa 2 do CNPq. Doutor em Educação (PUC/SP, 1998), Mestre em Educação (UFSM, 1993), Especialista em Formação de Professores em Mídias na Educação (UFAL, 2010), Licenciado em Ciências Biológicas Licenciatura Plena (UFSM, 1989). Bacharel em Direito (CESMAC, 2012). É avaliador de artigos em revistas nacionais e internacionais qualificadas na área de Educação. Tem experiência na área de Educação a Distância Online e TDIC na Educação, atuando nos seguintes temas: formação continuada de professores, educação a distância, integridade na pesquisa, educação para emergências climáticas. Avaliador Institucional do INEP e para Credenciamento de IES e polos para oferta de EaD. Avaliador do Inep para reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de Direito. Avaliador Especial da Educação Superior (AEES) da SERES/MEC. Avaliador ad-hoc da SEED/MEC, Sesu/MEC (Reuni), CAPES, CNPq, FINEP, FAPEAL. Orientou 16 Teses de Doutorado defendidas na Universidade Federal de Alagoas. Co-orientou 1 Tese de Doutorado, defendida na Universidade Federal de Pernambuco. Orientou 42 Dissertações de Mestrado defendidas nos Programas de Pós-Graduação em Educação da UFAL, UFPB e Universidade de Aveiro (Portugal). Orienta 9 teses de doutorado, 2 dissertações de mestrado e 3 estudantes de IC.

Referências

Alro, H., & Skovsmose, O. (2006). Diálogo e aprendizagem em Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica.

Antunes, C. (2007). Novas maneiras de ensinar novas formas de aprender. Porto Alegre, RS: Artmed.

Ausubel, D. P. (1968). Educational psychology: a cognitive view. New York: Holt, Rinehart, and Winston Inc.

Bandura, A. (1977). Social learning theory. Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall. Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações. (n.d.). Acesso e visibilidade às teses e dissertações brasileiras. https://bdtd.ibict.br/vufind/

Boiago, C. E. P. (2015). Área de figuras planas: uma proposta de ensino com modelagem matemática [Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Uberlândia]. https://doi.org/10.14393/ufu.di.2015.533

Borba, M. C., Scucuglia, R. R. S., & Gadanidis, G. (2014). Fases das tecnologias digitais em Educação Matemática: sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica.

Borba, M. C. (2009). Potential scenarios for Internet use in the mathematics classroom. ZDM Mathematics Education.

Borba, M. C., & Penteado, M. G. (2001). Informática e Educação Matemática. Belo Horizonte: Autêntica.

Borba, M. C., & Villarreal, M. E. (2005). Humans-with-media and the reorganization of mathematical thinking: information and communication technologies, modeling, experimentation and visualization. New York: Springer.

Carvalho, D. L. (1994). Metodologia de ensino da Matemática (2ª ed.). São Paulo: Cortez. Catálogo de Teses e Dissertações. (n.d.). Histórico e evolução. https://catalogodeteses.capes.gov.br/catalogo-teses/#!/info

Chiari, A. S. (2019). Tecnologias digitais e Educação Matemática: relações possíveis, possibilidades futuras. Perspectivas da Educação Matemática, 11(26).

Cruz, A. M. (2018). Potencialidades da utilização do software GeoGebra para o desenvolvimento do conteúdo de funções exponenciais através do smartphone [Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Ouro Preto]. http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/10074

D'Ambrosio, U. (1986). Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. São Paulo: Summus.

D'Ambrosio, U. (2008). Educação Matemática: da teoria à prática (16ª ed.). São Paulo: Papirus.

D'Ambrosio, U. (2006). Educação Matemática: da teoria à prática. São Paulo: Papirus.

Fabro, R. R. (2018). Unidades de ensino potencialmente significativas para a aprendizagem de geometria analítica [Dissertação de Mestrado. Universidade de Caxias do Sul]. https://repositorio.ucs.br/11338/4644

Faria, R. W., & Maltempi, M. V. (2019). Intradisciplinaridade Matemática com GeoGebra na Matemática Escolar. Bolema, 33(63), 348-367. https://doi.org/10.1590/1980-4415v33n63a17

Fernandes, L. T. (2015). Aprendizagem significativa: uma proposta de ensino e aprendizagem da geometria euclidiana espacial no ensino médio [Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal.

Fiorentini, D., Grando, R. C., Miskulin, R. G. S., Crecci, V. M., Lima, R. C. R., & Costa, M. C. (2016). O professor que ensina matemática como campo de estudo: concepção do projeto de pesquisa. In D. Fiorentini, C. L. B. Passos, & R. C. R. Lima (Eds.), Mapeamento da pesquisa acadêmica brasileira sobre o professor que ensina matemática: período 2001-2012 (pp. 17-41). São Paulo: FE/Unicamp.

Freire, P. (1987). Pedagogia do oprimido (17ª ed.). Rio de Janeiro: Paz e Terra.

Gaidargi, A. M. M. (2020). Ferramentas de EaD na educação infantil: Revisitando a relação da escola para crianças com a tecnologia. EaD Em Foco, 10(3). https://doi.org/10.18264/eadf.v10i3.1223

Gurgel, M. D. (2018). Uma proposta para o ensino-aprendizagem de estatística no ensino médio sob a perspectiva da pedagogia histórico-crítica [Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília]. http://repositorio.unb.br/jspui/handle/10482/32790

Huf, S. F., Huf, V. B., Pinheiro, N. A., & Burak, D. (2019). Aprendizagem significativa no ensino de matemática: um mapeamento do Eprem. Brazilian Journal of Development, 5(12), 30642-30656. https://doi.org/10.34117/bjdv5n12-179

Jesus, L. G. (2014). As teorias de aprendizagem em pesquisas da área de educação em ciências: uma análise cienciométrica em periódicos brasileiros [Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia]. http://www2.uesb.br/ppg/ppgecfp/wp-content/uploads/2017/03/lucinea-gomes-de-jesus.pdf

Kenski, V. M. (2007). Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus.

Lopes, V. R., Scherer, S., & Martins, O. J. B. (2017). Um estudo sobre circunferência com o VMT-Chat na abordagem "Estar Junto Virtual". Revista EDaPECI, 17(3), 152-164. https://doi.org/10.29276/redapeci.2017.17.035993.152-164

Lefrançois, G. R. (2016). Teorias de aprendizagem: o que o professor disse. São Paulo: Cengage Learning.

Libâneo, J. C. (2017). Didática (5. ed.). Cortez.

Lima, T. S., Guedes, A. M. S., & Pereira, A. C. C. (2016). A História da Matemática como recurso metodológico para o ensino utilizando o vídeo como suporte. Boletim Cearense de Educação e História da Matemática, 3(9), 33-47. https://doi.org/10.30938/bocehm.v3i9.51

Lüdke, M., & André, M. E. D. A. (2013). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas (2ª ed.). São Paulo: EPU.

Ministério da Educação. (MEC). (2018). Base Nacional Comum Curricular. Secretaria de Educação Básica, Brasília.

Ministério da Educação. (MEC). (2023). Divulgados resultados do Brasil no PISA 2022. https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2023/dezembro/divulgados-os-resultados-do-pisa-2022#:~:text=Entre%20os%20brasileiros%2C%2055%25%20registraram,alto%20desempenho%2C%20de%207%25.&text=Pisa%202022%20%E2%80%93%20A%20cada%20edi%C3%A7%C3%A3o,Pisa%20avalia%20um%20dom%C3%ADnio%20principal

Milani, M. L. C. (2018). Investigação acerca do ensino de geometria analítica numa abordagem baseada em vídeos [Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Maringá]. http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/4656

Miléo, M. T. R. (2017). O ensino da estatística descritiva para o tratamento da informação no ensino médio [Dissertação de Mestrado. Universidade de Passo Fundo]. http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/1198

Moreira, M. A. (2023). Teorias de aprendizagem (3ª ed. ampl.). Rio de Janeiro: LTC.

Moreira, M. A. (1999). Teorias de aprendizagem. São Paulo: EPU.

Nascimento, J. B., Silva, P. F., Silva, V. C., & Soares, F. (2023). Elaboração de jogos educacionais para a construção de conhecimentos matemáticos. Informática na Educação: teoria & prática, 25(2), 29-37. https://doi.org/10.22456/1982-1654.128747

Nunes, T., Carraher, D., & Schliemann, A. (1993). Street mathematics and school mathematics. Cambridge University Press.

Oliveira, V., Araujo, I. S., & Veit, E. A. (2017). Resolução de problemas abertos no ensino de física: uma revisão de literatura. Revista Brasileira de Ensino de Física, 39(3), 1-17. https://doi.org/10.1590/1806-9126-RBEF-2016-0269

Oliveira Netto, A. A. (2008). Metodologia da pesquisa científica: guia prático para a apresentação de trabalhos acadêmicos (3. ed. rev. e atual.). Florianópolis: Visual Books.

Papert, S. (1971). A computer laboratory for elementary schools. Massachusetts Institute of Technology A.I. Laboratory. https://files.eric.ed.gov/fulltext/ED077242.pdf

Parra, C., & Saiz, I. (1996). Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed.

Pelli, D. (2014). As contribuições do software Geogebra como um mediador do processo de aprendizagem da geometria plana na educação a distância (EaD) em um curso de licenciatura em Pedagogia (Mestrado Profissional em Educação Matemática). Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG.

Pereira, A. I. S., Ribeiro, F. A. A., Dutra, J. W. A., Sousa, E. G. de, Santos, J. A. dos, Fonte, L. da C., Cruz, A. R. da, Paiva, F. da S., Moraes, C. M. de, & Silva, J. M. (2022). Successful robotics practices in integrated secondary education: Teaching of the knowledge learned in a training course in Porto-PT. Research, Society and Development, 11(14), e305111436302. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i14.36302

Pereira, G. de E., & Costa, L. A. C. da (2023). Criação de animações com a programação Scratch: uma possibilidade para a aprendizagem de trigonometria no triângulo retângulo. Educação Matemática Em Revista, 28(80), 1-14. https://doi.org/10.37001/emr.v28i80.3353

Piaget, J. (1952). The origins of intelligence in children. New York: International Universities Press.

Prensky, M. (2001). Digital natives, digital immigrants. On the Horizon, 9(5), 2-6.

Ribeiro, A. E. (s.d.). Tecnologia digital. Glossário Ceale, UFMG. https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/tecnologia-digital#:~:text=Tecnologia%20digital%20%C3%A9%20um%20conjunto,uns%20(0%20e%201)

Rodrigues, D. M. D. (2019). Reflexão de uma prática interdisciplinar e contextualizada para o ensino de Geometria de Posição e sólidos de Platão (Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática). Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa. http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/2981

Rogers, C. R. (1969). Freedom to learn: a view of what education might become. Columbus, OH: Charles Merrill.

Rost, É., et al. (2022). Desenvolvimento do aplicativo Guru da Química - os elementos químicos e o lixo tóxico. Anais do CIET:CIESUD:2022, São Carlos, set. 2022. ISSN 2316-8722. https://cietenped.ufscar.br/submissao/index.php/2022/article/view/2258

Sanches, R. M. L. (2019). Metodologia sala de aula invertida nas aulas de matemática financeira básica: uma proposta pedagógica para o ensino médio (Mestrado Profissional em Ensino e suas Tecnologias). Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense, Campos dos Goytacazes, RJ. https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7764182

Silva, A.P., Nery Ribeiro, T. N., Souza, D. S. & Magalhães, A. R. (2024). Uma unidade de ensino potencialmente significativa mediada pela sala de aula invertida para ensinar poliedros. Educação Matemática Pesquisa: Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados Em Educação Matemática, 26(2), 256–280. https://doi.org/10.23925/1983-3156.2024v26i2p256-28009

Silva, D. S. (2016). Ensino de trigonometria na formação do técnico em agropecuária: superando desafios e construindo significados (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática). Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul. https://repositorio.ucs.br/handle/11338/1581

Silva, L. O., Rosa, T. C., & Vizula, A. M. (2023). The use of the schoology digital platform for the development of online courses. Research, Society and Development, 12(1), e13612139472. https://doi.org/10.33448/rsd-v12i1.39472

Silva, W. A. da, Kalhil, J. B., & Nicot, Y. E. (2015). Uma análise comparativa das abordagens metodológicas que podem sustentar a utilização das tecnologias no processo de ensino e aprendizagem de ciências. REAMEC - Rede Amazônica De Educação Em Ciências E Matemática, 3(1), 5–24. https://doi.org/10.26571/2318-6674.a2015.v3.n1.p5-24.i5303

Skinner, B. F. (1953). Science and human behavior. New York: Macmillan.

Skovsmose, O. (2001). Educação Matemática Crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus.

Soffner, R. K. (2021). A promessa de Papert: Tecnologias digitais, inovação e práticas educativas. Revista de Ciências da Educação, 23(48), 1-20. https://doi.org/10.19091/reced.vi0.939

Souza, R. F. (2019). Recursos da tecnologia da informação e comunicação no ensino da estatística: o GeoGebra (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática). Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo. http://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/320

Toledo, M. B., & Toledo, M. A. (2009). Teoria e prática de Matemática: como dois e dois. São Paulo: FDT.

Villa, L. (2017). Educação financeira no ensino médio: uma análise a partir da aprendizagem significativa de David Ausubel (Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática). Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS. http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/1229

Vitti, C. M. (1999). Matemática com prazer, a partir da história e da geometria (2. ed.). Piracicaba–SP: Editora Unimep.

Vygotsky, L. S. (1987). A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.

Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: the development of higher psychological processes. Cambridge, MA: Harvard University Press.

Zarpelon, E., & Resende, L. M. (2020). Teorias da aprendizagem em publicações na área de educação em engenharia: um mapeamento com foco na disciplina de cálculo I. Educação em Revista. https://doi.org/10.1590/0102-4698210405.

Publicado

2026-05-09

Como Citar

Vieira de Melo, E., Honorato, A. I. G., & Mercado, L. P. L. (2026). Teorias da aprendizagem e tecnologias digitais em pesquisas aplicadas à matemática do ensino médio: um mapeamento. Educação Matemática Pesquisa: Revista Do Programa De Estudos Pós-Graduados Em Educação Matemática, 28, 001–028. https://doi.org/10.23925/1983-3156.2026.v28.e68357

Edição

Seção

Artigos

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.