Os primeiros passos do grupo interdisciplinar de pesquisa em educação estatística e matemática
DOI:
https://doi.org/10.23925/1983-3156.2026.v28.e77473Palavras-chave:
Grupos de pesquisa, GIPEEM, Educação Estatística, Grupos ColaborativosResumo
Este artigo apresenta a trajetória do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Educação Estatística e Matemática (GIPEEM), vinculado à Universidade Cruzeiro do Sul. Criado em 2024, o grupo dedica-se a investigar os processos de ensino e de aprendizagem de Estatística, Probabilidade e Combinatória, com foco em currículo, avaliação educacional e formação de professores, articulando essas dimensões ao ensino da Matemática na Educação Básica. O estudo caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa, de natureza documental, fundamentada em registros e produções científicas do grupo desde a sua criação. Baseia-se teoricamente nos aportes de estudos sobre grupos colaborativos. Evidencia-se que o GIPEEM atua como um espaço democrático de diálogo, autoria e reflexão compartilhada, contribuindo para aproximar a universidade da escola básica e promover práticas formativas.
Downloads
Métricas
Referências
Arantes, T. R. de R. (2025). Pesquisa documental, pesquisa bibliográfica e revisão sistemática: aspectos definidores e breves considerações. Cadernos de Estudos Interdisciplinares, 7(2), e722501. https://doi.org/10.5281/zenodo.15799019
Boavida, A. M., & Ponte, J. P. (2002). Investigação colaborativa: potencialidades e problemas. In GTI (Org.), Reflectir e investigar sobre a prática profissional (pp. 43-55). APM.
Curi, E. (2012). Educação matemática: grupos colaborativos, mitos e práticas. Terracota.
Fiorentini, D. (2006). Pesquisar práticas colaborativas ou pesquisar colaborativamente? In M. C. Borba, & J. L. Araújo (Org.), Pesquisa qualitativa em educação matemática (2. ed., pp. 47-76). Autêntica.
Fiorentini, D. (2010). Desenvolvimento profissional e comunidades investigativas. In A. Dalben, J. Diniz, L. Leal, & L. Santos (Org.), Convergências e tensões no campo da formação e do trabalho docente (pp. 570-590). Autêntica.
Godoy, A. S. (1995). Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. Revista de Administração de Empresas, 35(2), 57–63.
Martins, P. B., & Curi, E. (2018). Grupos colaborativos: um olhar reflexivo para o desenvolvimento profissional de professores de matemática. Research, Society and Development, 7(1), 1–9. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=560659008008
Menezes, L., & Ponte, J. P. da. (2006). Da reflexão à investigação: percursos de desenvolvimento profissional de professores do 1.º ciclo na área de Matemática. Quadrante, 15(1-2), 3-32. https://doi.org/10.48489/quadrante.22807
Nacarato, A. M. (2015). Entrevista concedida a Z. G. M. Rodrigues.
Ponte, J. P. da, & Serrazina, L. (2003). Professores e formadores investigam a sua própria prática: o papel da colaboração. Zetetiké, 11(20), 9-55. https://doi.org/10.20396/zet.v11i20.8646956
Richit, A. (2021). Desenvolvimento profissional de professores: um quadro teórico. Research, Society and Development, 10(14), 1-25. DOI: https://doi.org/10.33448/rsd-v10i14.22247
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Sidney Silva Santos, Geovane Carlos Barbosa, Priscila Bernardo Martins

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Autores que publicam na EMP concordam com os seguintes termos:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- NãoComercial — Você não pode usar o material para fins comerciais.
- SemDerivações — Se você remixar, transformar ou criar a partir do material, você não pode distribuir o material modificado.












